Pode cair um mundo de água, mas a fogueira continuará acesa. Pode o céu desabar de chuva, ainda restará uma chama, mesmo que a cidade inteira transborde, ainda sim haverá calor. Quando um novo dia surgir e o sol voltar a iluminar cada canto desse mundo, quando o vento soprar e remexer as cinzas, ali no fundo existirá uma brasa quase apagada, mas ainda queimando, ela renascerá, vai arder novamente como antes e contagiar as brasas ao seu redor, alguém vai soprar, mexer aqui e acolá, acrescentar madeira, e pronto, está feita novamente a fogueira, voltou a arder a chama que antes havia esfriado.
Dayana Couto

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